Descartes deu o mote. A filosofia deste deste espaço é antes de mais dedicado ao sonho, às duvidas existênciais à escrita e ao prazer da leitura, um blog onde a actualidade não pode deixar de estar presente.



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Basta!





Imagem de autor desconhecido, circulando na internet
Esta imagem faz-me lembrar o rosto frio, cinzento e calculista de alguém do passado,
alguma assombração, ou quem sabe uma reencarnação, só o futuro o dirá.
(Imagem de autor desconhecido)

Alma do povo sofre  



Também a vós hipócritas, que nos matais aos poucos, 
 palavras metafóricas e mansas escutamos crentes,
mesmo quando nos chamam piegas indolentes.
talvez sejamos por ouvir um pouco loucos,
urge restaurar esperança, acordar do pesadelo escuro.

O que resta da alma que enfrentou mostrengos medonhos,
atolados em lama nos tornamos pouco exigentes
quais carneiros aceitam que lhe chamem indigentes,
e sem esperança impávidos hipotecamos nossos sonhos,
mas não deve lamentar a sorte, quem consente!

Se dizem temos de pensar... está o caldo entornado,
jamais calarei a minha voz, em nenhum momento,
quem ousa amordaçar-me o pensamento?
basta de miséria sem lamento, basta de ser educado
desfraldem a bandeira, avancem sempre em frente.

Sem medos procurem a sorte madrasta os dias felizes,
a dignidade arredia e que ninguém esqueça,
deixar as vassalagens, erguer a cabeça
não se desculpem com os outros, com crises...
acreditem que é possivel, acreditem no futuro.

António Gallobar











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